Cirurgia Robótica

A cirurgia com o robô Da Vinci tem entre suas principais características:

Minimamente Invasivo

É um procedimento minimamente invasivo com a realização de cerca de 5 pequenas incisões que variam entre 2 cm e 4 cm.

Alta Definição

Promove a visualização da cirurgia em monitor 3D de alta definição, o que beneficia a preservação de nervos e estruturas importantes.

Precisão

Realiza movimentos com as pinças cirúrgicas estáveis (sem tremores) e com rotações impossíveis de serem realizadas pelas mãos, ou seja, uma liberdade de movimento maior.

Visão Aumentada

Proporciona uma visão aumentada do campo cirúrgico em 10x.

Menor Perda de Sangue

Há menor perda de sangue e menor taxa de transfusão sanguínea durante a cirurgia.

Recuperação

A volta à rotina é mais rápida que nos demais procedimentos, girando em torno de 15 dias.

Internação

Internação hospitalar mais curta.

Pós - Operatório

Reduz o risco de infecção e de dor no pós-operatório.

Dr. Carlos A. R. Sacomani

– Certificado em cirurgia robótica desde 2010, já tendo realizado mais de 100 procedimentos robóticos para retirada da próstata por câncer.
Atua principalmente com cirurgia robótica da próstata, bexiga e rim e no tratamento das disfunções miccionais.
– Doutor e Mestre em Urologia pela USP.
– Titular da Sociedade Brasileira de Urologia.
– Membro da American Urological Association, European Association of Urology e International Continence Society.
– É médico de renomadas instituições em São Paulo.
– Atende por Telemedicina (atendimento on-line).

Dr. Carlos A. R. Sacomani , Urologista
CRM-SP: 72.398 | RQE: 44923
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Indicação Cirúrgica

O câncer de próstata é o tumor mais incidente no homem, excluindo-se o melanoma. Dados do Instituto Nacional do Câncer apontam 65.840 novos casos para 2021.

A doença, quando diagnosticada cedo, tem bom prognóstico e existem quatro formas de tratamento: radioterapia, bloqueio hormonal, vigilância ativa e cirurgia para retirada da próstata, que chamamos de prostatectomia radical. A cirurgia pode ser realizada pelas modalidades aberta, por laparoscopia e por robô.

A cirurgia robótica para retirada da próstata é atualmente a mais comum nos Estados Unidos, respondendo por mais de 90% das prostatectomias radicais.

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Conheça o Robô Da Vinci

O robô Da Vinci, que chegou ao Brasil em 2008, possui quatro braços. Um deles tem uma câmera e os demais são utilizados para portar os instrumentos cirúrgicos.

A cirurgia é guiada pelas imagens fornecidas pela câmera de alta definição tridimensional.

A imagem é aumentada em dez vezes, mantendo a nitidez e dando ao cirurgião a percepção de profundidade, mesmo sem a necessidade de abertura do abdômen ou tórax.

O médico fica posicionado em uma mesa de controle com joysticks, por onde ele faz o manuseio do equipamento. O robô reproduz seus movimentos no paciente.

Além de ter um cirurgião operando o robô, um outro cirurgião assistente fica ao lado do paciente para auxílio, caso necessário.

O robô é ideal para procedimentos cirúrgicos que necessitam de detalhes anatômicos e realizados em pequenos espaços.

A experiência do cirurgião no procedimento robótico é importante para o resultado cirúrgico. Dr. Carlos Sacomani realiza a cirurgia rotineiramente desde 2013.

O Que Dizem os Principais Estudos

Artigo no J Urol

Estudo avaliou o impacto da experiência do cirurgião no risco de margens cirúrgicas positivas (ou seja, se parte do tumor permaneceu no paciente) na cirurgia com o robô...

Artigo no J Urol

The Impact of Experience on the Risk of Surgical Margins and Biochemical Recurrence after Robot-Assisted Radical Prostatectomy: A Learning Curve Study

Estudo avaliou o impacto da experiência do cirurgião no risco de margens cirúrgicas positivas (ou seja, se parte do tumor permaneceu no paciente) na cirurgia com o robô. Após o ajuste para combinação de casos, maior experiência do cirurgião foi associada a uma menor probabilidade de margens cirúrgicas positivas (p = 0,035). O risco de margens positivas diminuiu de 16,7% para 9,6% em pacientes tratados por um cirurgião com 10 e 250 procedimentos anteriores, respectivamente. Em pacientes com doença não confinada a órgãos, a probabilidade prevista de margens positivas foi de 38,4% naqueles tratados por cirurgiões com 10 operações anteriores e 24,9% naqueles tratados por cirurgiões com 250 operações anteriores.

Artigo no COUJ

Esse estudo revisou as técnicas ideais para prostatectomia radical assistida por robô e mostrou que a retirada da próstata por robô tem sucesso oncológico adequado a longo prazo...

Artigo no LWW

Review of optimal techniques for robotic-assisted radical prostatectomy.

Estudo avaliou o impacto da experiência do cirurgião no risco de margens cirúrgicas positivas (ou seja, se parte do tumor permaneceu no paciente) na cirurgia com o robô. Após o ajuste para combinação de casos, maior experiência do cirurgião foi associada a uma menor probabilidade de margens cirúrgicas positivas (p = 0,035). O risco de margens positivas diminuiu de 16,7% para 9,6% em pacientes tratados por um cirurgião com 10 e 250 procedimentos anteriores, respectivamente. Em pacientes com doença não confinada a órgãos, a probabilidade prevista de margens positivas foi de 38,4% naqueles tratados por cirurgiões com 10 operações anteriores e 24,9% naqueles tratados por cirurgiões com 250 operações anteriores.

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